Ora, o Deus de paz, que pelo sangue da Aliança Eterna, tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas.
Este é o texto que revelou-nos o nome do conjunto!
Ana Rosa, Ana Clécia e Eva
A voz de soprano normalmente recobre a extensão do Dó3 ao Lá4, em
alguns casos mais raros até o Dó5 (os números correspondem às oitavas
do piano). Em termos gerais, corresponde à faixa de emissão do tenor,
no caso masculino, e é o mais alto, ou seja, o mais agudo dentre
os registros femininos, distinguindo-se desse modo das vozes de
mezzo-soprano e de contralto. Usualmente, apenas adultos do sexo
feminino são capazes de emitir confortavelmente notas na altura
correspondente à faixa de um soprano, pois as pregas vocais dos
homens engrossam após a puberdade, produzindo vozes mais graves.
Por meio de técnica especial que envolve o emprego do falsete, alguns
cantores líricos ainda se especializam em papéis de soprano, e são,
por isso, denominados sopranistas. As vozes infantis são, por vezes,
denominadas sopraninos.
Custódia, Gisélia e Matilde
O Contralto é o timbre feminino mais pesado, e soa quase que com
a plenitude de uma voz masculina. É um timbre robusto e vigoroso,
chamado também de contralto profundo. Sua extensão aguda é curta
e compensada no registro grave. Não tem divisão interna por timbre,
e raramente canta papéis em Óperas. Sua tessitura usual é do Fá2
ao Fá4.
Geraldo e Marcelo
Tenores são as vozes de óperas mais raras, e os diretores dos teatros
têm o maior trabalho em encontrar tenores adequados para os seus
espetáculos. A voz mais aguda do tenor provém geralmente do som
de cabeça e não do de peito, produzido grande entusiasmo no público.
Um tenor especialmente raro é o tenor coloratura, que tem a mais
aguda e flexível entre as vozes deste tipo e canta os papéis de
Belmonte em O Rapto do Serralho de Mozart, o Conde de Almaviva em
O Barbeiro de Sevilha e Lindoro em A Italiana na Argélia, ambas
de Rossini. O tenor lírico (tenore leggero) canta Cavaradossi na
Tosca, Pinkerton em Madame Butterfly e Lafredo em La Traviata. Estes
papéis requerem um som bonito e suave, não sendo extremamente cansativos
em termos de comprimento, notas agudas, orquestração pesada e agilidade
vocal. O tenor dramático (algumas vezes chamado de tenore robusto)
tem papéis mais difíceis no que diz respeito à resistência, extensão
vocal e expressão dramática. Entre os papéis para tenor dramático
os mais importantes são: os protagonistas de Otelo, Radamés em Aída
e o Príncipe Calaf em Turandot de Puccini.
Luiz e Osvaldo
Baixo, na música, pode designar uma frequência baixa do espectro
sonoro, além do registo musical com uma extensão aproximada de Fá2
a Fá4 (pode ser mais abrangente se o instrumento tiver uma extensão
superior a duas oitavas). Pode também se referir à nota mais baixa
(ou grave) de um acorde ou voz.